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A expectativa em torno do acordo entre Mercosul e União Europeia, que criará uma das maiores áreas de livre comércio do mundo, já movimenta o mercado de móveis de madeira brasileiros. Hoje em 8,7%, a tarifa média que o Brasil paga para exportar ao bloco será reduzida gradualmente até ser zerada em 10 anos. A gestora nacional da Indústria do Sebrae, Renata Cândida, ressalta o aumento da competitividade como principal ganho para o setor.

Segundo dados da ApexBrasil e Abimóvel, em 2024 o Brasil exportou US$ 763,1 milhões em móveis e colchões acabados. Desse total, 83,4% foram móveis prontos, com destaque para móveis de madeira para dormitório (39,2%) e outros móveis de madeira (28,1%).

Na União Europeia, os artigos com maior aderência para o Brasil se concentram em móveis de madeira e suas partes. Em termos de competitividade, tende a ganhar espaço no mercado europeu quem trabalhar com madeira certificada (manejo sustentável) e diferenciação por marca e design.

Para exportar, pequenos negócios precisam estar atentos a exigências como documentação de comércio exterior e requisitos técnicos do produto.